O Sábio diz:

"Às vezes, para poder ir à outra página...
É preciso aprender a deixar as páginas virarem."
(O Sábio - Retorno ao Labirinto)

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terça-feira, 30 de julho de 2013

O Retorno ao Labirinto - Capítulo 1 - Parte 1

Sarah acordou num sobressalto ao ouvir o despertador tocando do outro lado do quarto. Ela dormira debruçada sobre o teclado, havia quadradinhos marcados em sua bochecha e páginas e mais páginas de caracteres desconexos na tela do seu computador.
Ajeitou os óculos e apagou o texto indesejado, levantou e se espreguiçou, sentindo-se masoquista por gostar daquela dor muscular matinal.
Respirou fundo, foi até a sua cama sentando-se nela e dando um tapinha no despertador para silenciá-lo. Manteve a mão ali, olhando para o nada. Não era a primeira vez que sonhava com o passado. Sonhara várias vezes com aquele dia em que estivera no labirinto procurando por seu irmãozinho, tantos anos antes.
Abanou a cabeça, mandando aquele pensamento para longe. Tinha um dia longo pela frente, uma agenda para seguir e um irmão para cuidar.
Depois de se arrumar, desceu para a cozinha e já no meio da escada soube que seu irmão acordara mais cedo quando sentiu o cheiro de café fresco.
 — Caiu da cama? – ela perguntou quando abriu a porta vai-vem da cozinha e viu um jovem louro usando um avental debruçado sobre o balcão de costas para ela picando alguma coisa.
 — Bom dia! – Ele sorriu para ela e voltou a picar. Sarah andou pela cozinha observando a mesa que não estava arrumada para o café da manhã, mas aparentemente, para um piquenique. Havia tupperwares com lanchinhos de patês, outra com bolo de chocolate cortado em quadrados, e mais uma com uma torta salgada que a fez se perguntar a que horas ele havia levantado. Nada daquilo parecia recém-saído do forno.
 — EI! Devolve! – ele parou de picar quando viu Sarah levar um dos lanchinhos à boca.
 — Agora eu já comi. – ela foi até o lado dele e se apoiou no balcão de mármore com o quadril. – Pra que tudo isso?
 — É aniversário da Bèa. – A faca voltou à ativa. – Vamos fazer uma festinha pra ela no teatro.
 — Claro, a Bèa... – ela concordou como se aquilo fosse óbvio. – É aquela com cachinhos, né? – seu irmão concordou em silêncio.
 — E suponho que essas festinhas sejam comuns entre os atores, né? – ela viu que o seu irmão estava ficando vermelho e os tomates que ele picava ficavam cada vez menores.
 — E acredito que a idéia tenha sido sua. – ela tentava conter o riso, olhou discretamente para ele. – É um jeito novo de fazer suco de tomate?
Ele parou de picar e ela riu.
 — A que horas você levantou? – perguntou remexendo nos lanches e mordendo outro (ganhando outra careta do irmão)
 — Fiz metade ontem à noite. Você se enfiou no seu computador e eu vim pra cá.
 — Já pensou em ser cozinheiro em vez de ator? – ela sentou-se na bancada. – você cozinha bem.
 — É – ele largou a faca, amuado. – cozinho melhor do que atuo.
 — Tobby, você sabe que isso não é verdade! – ela puxou o rosto dele com a mão delicadamente e sorriu de forma compreensiva. – Todo mundo tem seus dias ruins. Você só está um pouco disperso, só isso. Por que não pede ajuda ao Lancelot?
Tobby baixou o olhar. – “Estou muito velho para brincar com ursos de pelúcia.”
 — Nunca se está velho demais para os amigos, Tobby. Lancelot me ajudou por muito tempo... Como quando eu quase perdi você, pensou ela, mas nada disse. Apenas puxou o irmão para abraçá-lo com carinho.
 — Ta tudo bem aí?
 — Sim. Só um pouco nostálgica. – ela o soltou e desceu da bancada. Foi tomar o café que ele havia feito e fez uma careta. – Ai, Tobby... – tossiu de leve. – Nunca mais faça café!

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Saco de Histórias em um Livros de Memórias.

Sempre fui uma pessoa do Lado das Humanas, logo, sempre tive verdadeira adoração por História, Geografia, Gramática, Artes...
E eu sempre fui muito curiosa! Sempre fui de ficar perguntando, de xeretar, de querer saber como funciona (Sim. Eu desmonto um relógio e consigo montar um fogão depois XD). E acho que é por isso que eu vivo inventando personagens, situações, histórias... Por isso que eu sou escritora e tenho verdadeira adoração por literatura fantástica.
E eu sempre tive esse tipo de conversa com a minha mãe. De querer saber como foi a história dela antes de eu nascer.
Eu descubro cada coisa!!! *_____*
Infelizmente eu não tive a mesma oportunidade com meus avós e com o meu pai (a única coisa que ele me contou, que eu me lembro, foi como a voz dele ficou rouca e por que ele reprovou um ano de química... Mas minha memória está falhando...).
Querem uma dica? Conversem com seus pais. Aproveitem! Perguntem o que eles faziam na infância e na adolescência! Perguntem quais eram as suas aulas preferidas! (não é porque eles fizeram faculdade de biologia que essa era a sua matéria preferida. Minha mãe, por exemplo, queria ser médica, mas tornou-se professora de matemática.). Se a sua mãe costura, perguntem como foi que começou! Seu pai é tenista? Perguntem de onde veio essa inspiração.
Existem duas pessoas (na verdade 3, mas atentemo-nos às duas primeiras por enquanto) que eu conheci recentemente que são todo o amor do mundo. Elas chegaram do nada, de mansinho em minha vida e conseguiram fazer uma revolução.
A princípio, nada de muito relevante. Eram simplesmente eles, pessoas que faziam cosplay e que me faziam lembrar de personagens de livros há muito tempo lidos.
E isso aqueceu meu coração em certo dia de inverno.
Mas tudo bem. Eram apenas pessoas entrando na vida de uma garota dura feito pedra que que precisou frear seus sentimentos em busca de paz interior e auto-cicatrização.
E então, a demanda de palavras americanas foi crescendo em minha timeline e minha curiosidade silenciosa foi sanada quando um deles disse que sua formação não era nada brasileira.
E uma das cicatrizes de repente ficou lisa.
Eu não preciso admitir, todos vocês já sabem que eu sou insuportavelmente chata com gramática (até
minha tia, que é professora de português e minha consultora particular, concorda!). Então eu lia os textos dessas duas pessoas e, por mais que visse erros gramaticais "infantis", coisa besta que se aprende no primário, eu sentia cada vez mais e mais amor pelos dois, afinal... Ele mesmo falou; "Alfabetização americana e não brasileira". Aliás, quem se importa com a gramática nessas horas? Para eles, o importante está dentro do coração, e em quase dois anos de amizade, só os vi bravos uma vez, e tristes uma outra vez.
O caso é... Quando eu não tinha ninguém, eles me abraçaram de volta ao meu mundo e despertaram em mim mais uma vez a curiosidade. Tiraram a camada de poeira e ferrugem do que restava do meu coração e me lembraram do meu amor por engrenagens, faíscas e roupas de veludo.
Eles me ajudaram a voltar a escrever, e totalmente voltada ao meu mundo real (pois aquele no qual vivemos não é o certo para mim. Paredes em tom de cinza e verde em um 4x4 claustrofóbico.).
E quanto mais eu olho para eles em seu perfil do Facebook, em suas manifestações, em sua espontaneidade, mais eu tenho vontade de conhecer a história deles. Deve ser fascinante! Deve ter tanta coisa por trás daqueles cabelos brancos e os vestidos feitos a mão.
Não vou esconder que estou montando uma surpresa... Só não vou contar o que é. XD
Mas acredito que eles irão adorar!

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Loucos por Papelarias

Eu AMO estudar. Juro! De verdade! (E certa vez riram quando eu disse que, se eu vivesse para sempre, passaria boa parte da minha vida estudando. ¬¬)
Mas, antes do meu amor pelos estudos, eu tenho uma verdadeira PAIXÃO DOENTIA por artigos de papelaria *________*
Acho que o fato de meus pais terem tido uma papelaria quando eu era pequena deve ter ajudado muito nisso, sei lá.
Cadernos, adesivos, agendas, chaveiros, bloquinhos, grampeadores, canetas, post-its, lápis, elásticos coloridos, clipes de formatos diferentes, ímãs, réguas, alfinetes, estojos, folhas de fichário... Aaahhh *______* As folhas de fichário.... Eu mesma, tenho, pelo menos, uns trinta blocos diferentes. To brincando, não. Todo começo de ano (e meio, e final e...), eu sempre fazia um tour pelas papelarias do centro da cidade. Voltava para casa cheia de sacolas ahuahua XD
Folhas tão lindas! Se eu pudesse, levaria todos os blocos!!! *____* A verdade é que eu não gostava de usar essas folhas decoradas na escola (No máximo, eu usava aquelas que tinham uma tarja colorida na lateral.). Os desenhos eram lindos demais para serem jogados fora depois, sem contar que eles podiam me distrair na hora de estudar .-. Na escola eu usava folhas brancas. Tenho vários fardos até hoje.
Sempre usei fichários. Na verdade, como todo bom ser humano, eu comecei com o bom e velho caderno brochura, evoluí para o famigerado espiral (que apenas os grandes usavam XD), mas na quinta série, pedi para usar um fichário. Lembro-me dele até hoje. Era simplão de tudo. Da turma da Mônica. Muito lindinho ^^. Acho que foi o único material escolar que não durou o ano todo. Ok, o material era vagabundo, minha mãe pagou nem dez reais nele (se bem que, naquela época, dez reais ERA DINHEIRO!). O fato é que eu me APAIXONEI por fichário, e o adotei como meu estilo. No ano seguinte, fui com minha mãe para sei lá onde e compramos novos materiais escolares. Eu sempre cuidei muito bem das minhas coisas, por isso meu material escolar sempre durou por muitos anos (tanto que o meu segundo fichário - um verde da YES - ainda estava com cara de novo, mesmo depois de uns 5 anos de uso).
Nunca fui a um médico para ver isso, mas todos os sinais apontam que eu tenho TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo). Eu padronizo as coisas de uma forma organizadamente doentia, tanto que eu chego a ficar MEGA incomodada se a folha é um milímetro menor que a caixa na qual eu quero guardá-la. Então, gostei de usar fichários. Por quê? Bem... conta comigo:

  1. As folhas podem ser adicionadas. Você que, assim como eu, que escreve pra CACETE, nunca correrá o risco de que sobrem ou que faltem, como num caderno.
  2. Há folhas com todos os tipos de decorações, logo, você não fica enjoado da mesma estampa. Pode usar uma folha diferente a cada dia =)
  3. Eu ODIAVA faltar à escola, porque nunca sabia qual o espaço eu precisava pular para a matéria que estava faltando. Eu gosto de ser precisa pra esse tipo de coisa e um fichário me permitia isso.
  4. Por serem folhas soltas, você pode escrever sem ter de se preocupar com a espiral, que está bem no meio do caminho para te atrapalhar. Sua letra não sai feia em parte da folha =D
  5. As folhas, você tira e guarda em uma pasta. Dá para reutilizar o seu fichário quantas vezes quiser.
  6. Se o seu fichário, assim como os meus, tiver zíper, você pode guardar o que quiser dentro e poupar as costas de uma bolsa pesada (afinal, muita gente leva só uma caneta... Não é como eu, que utiliza um sistema de cores e adesivos para dividir os dias e os tópicos...).
Olha que GRACINHA esse fichário personalizado
em Patchwork!! *_____*
Então, realmente... Eu gosto mais de fichários do que cadernos. Tanto que continuei usando fichário na faculdade. Comprei um novinho. Lindo de tudo; azul, com bolsos (sempre de zíper), porta-isso, porta-aquilo. Fui a outra papelaria e comprei todas as canetas que eu iria precisar, tudo em tom de azul, um estojo novo, comprei um fardo de folhas brancas e uma bolsa nova. Estava pronta para mais um ano escolar à minha maneira. Havia matérias que consumiam folhas a rodo, e matérias que se resumiam em duas linhas então um caderno era realmente complicado.
Mas eu tranquei a faculdade, passei a usar as folhas decoradas para outros fins... Sofri um acidente...
Ano passado eu voltei à faculdade, o primeiro semestre eu usei meu lindo fichário azul de novo... mas... Não sei.
Amo fichários, de verdade. Acho que foi a melhor invenção do mundo estudantil (não menosprezando os notebooks, tablets e escambau da nona, afinal, quando voltei à faculdade, eu quase morri de vergonha por ter sido a primeira a pegar o fichário, tão alegremente, enquanto todos os outros cinqüenta alunos ligavam seus computadores. Eu apenas sou saudosista e gosto de escrever a mão.. e o fato de eu ser pobre ajuda...), mas acho que por estar trabalhando na TV, fazendo um curso de italiano, sem contar a enorme mala de comida que eu levava todos os dias e as trufas que eu fazia para vender. Eu tinha em mãos mais material do que era saudável carregar, e o que eu usava na faculdade já era grande e pesado. Eu estava começando a ficar doente...
Certa vez quando eu fui à casa da Sofia, ela me mostrou os cadernos que usava na faculdade. Ela havia comprado cadernos pequenos (que não chegavam a ser cadernetas, mas sim aqueles simples 140mm X 202mm com cento e tantas folhas), imprimiu algumas imagens dos animes que ela gostava e montou as capas. Ficaram lindos e personalizados. Eu achei aquilo o máximo. Ninguém em toda a faculdade teria cadernos iguais àqueles! *_____*
Meu caderno
Pedi permissão a ela para fazer a mesma coisa com o meu material do segundo semestre (eu não agüentaria o ano todo com tanto trambolho) e comprei 6 cadernos e passei dias escolhendo as imagens perfeitas. Depois de montados, os meus cadernos estavam prontos para serem usados. Eu já os estava imaginando em minha prateleira, acima da escrivaninha. Mas como nas duas primeiras semanas eu levei apenas um caderno velho para anotar tudo e depois passar a limpo em casa. Afinal, eu não sabia como seria a minha bateria de matérias. Aconteceu que, no final das contas, eu só utilizei dois cadernos divididos em duas matérias em cada, então quatro cadernos estão sobrando. Quem sabe eu os usaria para o italiano ou para os mesmos fins no semestre seguinte (também conhecido como este ano!)? Mas eu ainda tinha dúvidas, afinal, tantos anos usando uma coisa, mudar de uma hora pra outra é complicado. Quando fui à praia esse ano, passei em uma loja de R$ 1,99 (uma das minhas fraquezas. Admito!) e pirei o cabeção nas prateleiras cheias de cadernos... Nunca usei cadernos de 10 matérias. Nunca me apeteceu, mas eu quis experimentar. Fiquei um tempão escolhendo o caderno perfeito e comprei um que (apesar de me pesar o coração), era totalmente a minha cara. A garota meiguinha, com lacinhos no cabelo louro, as flores no fundo, as folhas de dentro com a decoração em lilás (e o melhor de tudo, por um preço acessível). Simplesmente eu! Logo eu pus meu plano em prática: Ficaria um mês copiando todas as matérias e fazendo suas devidas anotações no mesmo caderninho xerembento de 48 folhas que eu sempre deixo na bolsa para qualquer emergência literária. Ao final desse tempo eu determinaria qual caderno usar nos quatro meses seguintes. O meu prazo acabou. Na quarta-feira (20-02) à noite, depois que eu cheguei da faculdade fiquei folheando o caderninho e analisando; separei o caderno que comprei na praia e fiz alguns cálculos. Daria certo! Havia matérias com mais conteúdo que precisariam de duas divisórias. A matéria de desenho eu usaria sulfite, então tudo bem, e para a AECA eu tenho a Belinda. Sem problemas.
Caderno da Jéssica
No dia seguinte peguei o caderno da minha colega Jéssica, já que faltei uns dois dias e ela conseguia fazer mais anotações que eu (Shame! Shame! Shame!). Copiaria tudo no fim de semana.
Então, hoje quando comecei a preparar o caderno que usaria esse semestre, pensei em certas possibilidades, o que faz com esse post seja mais uma das minhas Epifanias =D (percebam, crianças que tudo isso que vocês leram, não passou de uma breve introdução... agora a porra vai ficar séria XD)
Olhei para a capa do caderno da Jéssica e fiquei apaixonada!!! *-* Aquele caderno era absolutamente EU!!! Olha só essa capa!!!! Cupcakes!!! Tem coisa mais eu do que Cupcakes??? (Sim, tem, sim! Livros, Outono, Flores, Gatos, Clave de Sol, Notas Musicais, Chocolates, Witch, Fadas, Plantas... quer que eu continue? u.ú)
Eu me apaixonei pelo caderno dela. Lembra que eu disse que, se pudesse, levaria a papelaria inteira pra casa? Pois é! Eu ainda to querendo!!!
E eu percebi uma coisa interessante; na faculdade há um verdadeiro desfile de cadernos e fichários (sim! Eu sei! Eu disse ali em cima que os alunos ficaram informatizados e eu sou a única arcaica que usa cadernos... Mas vocês entenderam... não me irritem!). Há de todos os tipos de imagens, marcas, desenhos. Algumas meninas usam cadernos do Ursinho Puff ou da Hanna Montana sem medo de ser feliz ou de qualquer represália. Os garotos já são os mais reservados; usam as estampas do Bad Boy, da Red Nose ou de algum time. Normal, ainda existe esse tabu (Aliás, leiam essa excelente matéria da Luana Oliveira pelo Caravela Virtual). Ninguém está aqui para criticar ninguém, só para apontar as coisas que realmente não percebemos.
Voltando.....
Vey... Quando eu olhei pro caderno da menina, foi muito bizarro... Eu lembrei dos corredores da escola. Todos aqueles cadernos, os adesivinhos, as canetas...
CARA.... TODO MUNDO CURTE UMA PAPELARIA!!! *___________*
Logo, eu comecei a pensar nas possibilidades... Não sei como é usar um caderno grande como aquele. Vou descobrir esse semestre. Mas nada me impede de usar fichário novamente, ou comprar cadernos bonitinhos sem medo de ser feliz! Penso até que meus próximos cadernos serão da Sininho e das bruxas W.I.T.C.H.!!!! *_________*
Nem acredito mais que as folhas coloridas irão me atrapalhar. Na verdade, elas podem até me ajudar a estudar. Minha memória não é a melhor, mas eu recordo das coisas de uma forma meio diferente de todas as pessoas. Sei lá. Pode ser que ajude. Só sei que agora eu posso voltar às papelarias tranqüilamente (depois que eu arranjar um emprego, lógico) que eu sei que ninguém vai se incomodar com o que eu uso para anotar os meus estudos, afinal; é só um desenho!
Ai, gente. Essa foi, de longe, uma das minhas melhores Epifanias!! *__*
E aí?? Qual é o material escolar que vocês usam?? *-*

sexta-feira, 2 de março de 2012

*Espanando a grossa camada de poeira que se encontrava por sobre os móveis*

Eu sei! Ando meio (?????) ausente....
Mas tenho uma Ó-T-E-M-A desculpa para isso...

EU VOLTEI PRA FACULDADEEEEEE!!!!!
*estoura fogos*

O tempo está cada vez mais curto....
Mudei meu horário de trabalho. Conseqüentemente, o horário do italiano... corro para pegar a van na hora (perdendo meia hora  de aula de italiano todos os dias.... isso me faz chorar...). Vou pra faculdade e estudo feito uma louca.... Chego em casa à uma da manhã para acordar às seis no dia seguinte.... é bastante corrido.... preciso pegar o ritmo de novo... 2 anos longe... complicado. Mas está valendo TANTO a pena!
Tem duas matérias que eu não preciso fazer, pois fechei no último ano cursado... Mas... Não tem como NÃO assistir àquela aula!!!!! *_____________________*
História do Cinema, Cultura Cinematográfica, Realidade Brasileira.... Aulas da mesma professora (em momentos diferentes, claro...) são as melhores aulas do meu curso.

Bom... Agora eu vou!
Tenho que correr. Minha amiga precisa de mim...
Cuidem-se, crianças^^

Torçam por mim *-*
=*************

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Imitação 5.

Menções Nerds no título do post à parte, não vou falar de desenhos, dublagem ou cultura japonesa... vamos ao assunto original.

3, 2, 1...
E imitando descaradamente a nossa amiga Candy, vou postar aqui uma dica muito boa que aprendi no Ano Novo (não. Não é nenhuma mandinga de passagem de ano, mesmo porque, o ano virou já faz tempo, nem ia funcionar direito.) quando estava na casa do meu amigo Yuki.
A mãe dele, muito gentil e carinhosa (que já me adotou) estava fazendo o almoço e, quando eu cheguei, vi sobre a mesa uma tigela com batata amassada (estágio antes de virar purê) e perguntei “Que gostoso. Vão fazer purê?” ao que ela respondeu que “Não. Vamos fazer maionese

Opa, Tia Sil... maionese? Tipo... Salada de Batata?

Siiiim, crianças. A famigerada Salada de Batatas! Aquela que a gente come nas barquetinhas de festa (aliás, ano passado, no aniversário da minha amiga Hello, eu comi uma barquetinha mágica, que era dos deuses!!!).

Eu ficava me perguntando COMO, RAIOS se fazia a maionese com a batata amassada, se eu me lembro de mastigar os pedaços...
Ok, ela me mostrou a mágica... Quer fazer? Pegue uma lapiseira (porque eu tenho verdadeiro HORROR de escrever de lápis) e o seu caderninho de receitas e anote... (ou abra uma página do WORD e copia e cola. Bem mais fácil)

Maionese Fudidona da Tia Nice
Ingredientes:
Batatas (o quanto a sua fome agüentar)
Cenouras (hmmm... umas duas cenouras grandes resolvem o problema)
Ervilha (meia lata)
Milho (meia lata)
Azeitonas Verdes (sem caroço, picadas, um punhado)
Vagem (cozida, picada... um punhado)

Vinagre (branco, eu vou no olhômetro, mas não muito)
Azeite de Oliva (um fio bem servido)
Sal a gosto
Creme de leite (eu vou no olhômetro, mas, dependendo da quantidade de batata... meia caixa)

Ingredientes Opcionais:
Uvas passas (um punhado)
Maçã (uma, sem casca [me dá as cascas que eu como!], picada)
Champignons (picados ou fatiados, um punhado)
E o que mais a sua imaginação permitir

Modo de Fazer:
  • Cozinhe os primeiros ingredientes.
  • Pegue as batatas e as amasse como se fosse fazer um purê e reserve.
  • Pique, rale, ou faça da sua preferência, com os outros ingredientes pedaçudos (cenoura, champignon, azeitona, maçã, etc.) e junte ao purê.
  • Coloque o vinagre, o azeite e o creme de leite. Eu não uso medidas para essa receita. Vou no olhômetro.
  • Sal a gosto...
  • Misture bem...
  • E vamos pra galera!

Parabéns. Você fez uma maionese digna de Baco.
Fica REALMENTE uma delícia!!!! Nem acreditei quando comi (e chorei de alegria quando vi que não tinha cebola!! *-*). E o melhor de tudo, você não usa maionese. Muitas pessoas têm intolerância ou não comem a salada de batata porque não gostam de maionese. Olha que bacana essa opção.
Façam!!

Bom, pessoinhas... Agora eu vou pra caminha.
Eu me lembrei dessa receita e quis compartilhar com vocês...

Esse blog está meio desatualizado, mas por causa da minha falta de tempo... Aliás, estou lendo um mangá que há muito eu estou ensaiando para ler. Mas não farei a resenha aqui... Esperem e verão.
Então, espero que gostem da maionese.


Esse post é dedicado a 3 maravilhosas pessoas:

Minha irmã Adriana, porque... Bem... olhem o título.
Minha irmã Minda, porque é um post sobre comida... eu amo cozinhar e ela ama a minha comida!!! *-*
Meu amigo Yuki, porque foi na casa dele que eu descobri a magia da maionese sem maionese.
Cuidem-se, pessoinhas!

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Arte e Filosofia de Ingmar Bergman adotadas por Maurício de Sousa.

Roubando o Notebook da minha mãe para um post de emergência sobre minhas nerdisses.

Vou falar a verdade. Eu definitivamente NÃO GOSTO de usar o notebook dela, porque... poxa, ele é dela! Eu tenho o meu, apesar e estar tristemente falecido... Mas eu PRECISO falar a respeito dos meus conhecimentos artísticos (afinal, a Ovelha Negra da família é sempre ligada à arte... Olha eu aqui.)
Acontece que eu sou apaixonada por desenhos, animes, mangás (se duvida, é só olhar o meu avatar), cultura japonesa desde criança. Canto em japonês, já fui vocalista de 3 bandas, atualmente da quarta. Todas de J-Pop/Rock (um estilo musical japonês). Sou movida a música, a arte, fiz dez anos de teatro (e ainda tenho pânico de palco. Mereço?). Sonho em ser dubladora lírica de animes (aquelas que dublam e cantam ao mesmo tempo...



como a Sylvia Salusti, uma das minhas dubladoras preferidas. Olha ela dublando e cantando em "Enrolados", nova longametragem da Disney)
Mas sobre dublagem eu falou OUTRO DIA!!! Hoje estou aqui para falar de OUTRA coisa!
A maioria sabe que eu AMO escrever, e que não foi à toa que eu ingressei à faculdade de Comunicação Visual com Habilitação em Cinema, pois meu sonho é ser escritora e roteirista. Filmes são uma grande paixão minha (apesar de eu não ser muito chegada a assistir a TV).
Sei bastante sobre filmes, não chego a ser uma expert¸ mas me garanto em alguma coisa...
Mas além de filmes, como eu acabei de dizer, eu AMO desenhos, e, claro, cresci lendo A Turma da Mônica, quadrinhos daquela turminha marotona, impossível alguém não conhecer, então eu nem me darei ao trabalho de explicar...
Mas acontece que há uns três anos (foi no meio de 2008, se não me engano) o Tio Sousa resolveu que queria ampliar seus horizontes e dar uma cara nova à turminha... E como um bom amigo de Osamu Tezuka,


Ilustração feita em homenagem a Osamu Tezuka.
  (Silvinha tem vontade de chorar só de olhar para essa imagem...) e fã de séries japonesas, (e, claro, a cultura ocidental explodindo aqui junto à nossa ajudou E MUITO, e o aumento dos títulos orientais nas bancas de jornal também influenciou, e foi ele mesmo que disse isso.) ele resolveu fazer com que sua turma clássica, que, há CINQÜENTA ANOS,  assoprava SETE velinhas sobre o bolo, finalmente crescesse e mostrasse a verdadeira idade de acordo com os anos que passavam... Foi então que surgiu A Turma da Mônica Jovem - em estilo mangá.
Gracinha, né? (Aliás, essa é a Edição Zero [uma edição especial de lançamento, para a aceitação do público] e já estamos no número 40. O traço evoluiu HORRORES!!!!!! Ao meu ver, está MUITO melhor agora!)
A revista vem sendo publicada religiosamente todo fim de mês nas bancas de todo o Brasil (inclusive, aqui estão saindo as versões em inglês e em espanhol, para quem gosta dos idiomas. Acho a idéia muito digna!), e eu, L-Ó-G-E-C-O-O-O-O-W que não perderia uma coleção como essa (mas por ter passado por apertadas financeiras, eu comecei a colecionar agora... então estou comprando de baciada - Obrigada, Livraria Leitura do Shopping que tem um estoque vitalício de todos os volumes - ... mas já está quase completo, só faltam 2 números para mim, então está acabando... inclusive o espaço nas prateleiras).
Acabou de sair o número 41... (o que falta para mim, além do número 39). Eu ACABEEEEIIII de ler o número 40 (o legal desse mangá é que ele não segue uma linha cronológica no estilo de "começo-meio-fim" da primeira à última revista... Há histórias que se dividem em três ou até quatro volumes [quatro foi o máximo até agora.] ou que se concluem com eficiência em uma única revista, o que foi o caso do meu desespero para postar...)
Vamos combinar que o Tio Sousa é um cara muito inteligente, versado em línguas e seu conhecimento em filmes, arte e cultura é simplesmente invejável... Se eu tivesse METADE do conhecimento artístico que ele tem, estaria muito feliz (e acho até que já teria terminado de escrever alguns dos meus livros). Então é muito engraçado ler os mangás e rir, não das piadas, mas das referências feitas a coisas que poucos conseguem identificar, como no caso da revista que eu acabei de ler, a número 40, entitulada de O Jogo dos Reis.
É um assunto deveras interessante, tendo em vista que fala de um esporte muito praticado, mas pouco (re)conhecido como um esporte; o XADREZ. Jogo muito inteligente (eu adoraria saber jogar xadrez... mas nem rola, meu cérebro dói!)...
O bacana é que além de contar a história simplória do protagonista aprendendo a jogar xadrez, porque achou divertido (e você sabia que os amantes e jogadores de xadrez são chamados de ENXADRISTAS??? Divertido, não?), a revista explica a história do esporte (O enxadrismo foi reconhecido como esporte pelo Comitê Olímpico Internacional em 2001 tendo sua olimpíada específica e campeonatos mundiais em todas as suas categorias. A Deusa Athena deve estar dando cambalhotas de alegria desde então...) de um jeito muito didático e divertido. Até me deu mais vontade ainda de aprender a jogar xadrez... (Acho vou aproveitar os meus sábados de folga para ir à biblioteca e jogar xadrez.)
Mas o que mais me chamou a atenção foi mais para o final...
Quando a Rainha Branca do Tabuleiro (personificada com a fisionomia da Mônica)
comenta que o jogo que foi dado ao Cebolinha se chama O Xadrez da Morte, eu nem me liguei ao óbvio, mais para o final, ela comenta que ele teria de treinar muito para poder competir com o Grande Mestre...
Certo, ele treina, vence uma competição inter-escolar (mas só porque ele é o protagonista, porque se isso fosse de verdade, ele não teria passado do primeiro adversário.) e então vai ao encontro do Grande Mestre... E foi aí que o meu cérebro cansado teve um estalo e eu pensei Graaaaande Tio Sousa! Nada como atacar de Filosofia e Arte em um mangá para crianças! Rapaz, quero ser igual a você quando eu crescer!
É ÓBVIO que ela estava falando da MORTE!
Eu faço faculdade de cinema (e se tudo der certo, ano que vem eu volto para lá), e esse foi um dos primeiros filmes que eu estudei.
Maurício de Souza, sabiamente, fez uma clara menção ao filme O Sétimo Selo, do diretor sueco Ingmar Bergman.
Olha a cena principal do filme aí.
O filme fala de um Cavaleiro Templário que se encontra com a Morte, e ela lhe diz que chegou a sua hora, mas o Cavaleiro, muito inteligente, desafia a Morte para uma partida de xadrez, se vencesse, não seria levado por ela, caso contrário, aceitaria seu destino. O cavaleiro sabe que o Xadrez é o jogo dos Reis, e que a Morte é a maior desafiante do mundo, e a fim de distraí-la para poder se livrar do destino, durante o jogo, ele dialoga com ela sobre filosofia e debate consigo mesmo sobre o Sentido da Vida.
O filme é simplesmente FANTÁSTICO e tem uma fotografia INACREDITÁVEL!
Eu, infelizmente, não consegui ver o filme todo. Apenas o estudei no primeiro ano de faculdade e vi algumas cenas e fotos (mas me lembro de uma moça lá que era fascinada pelo filme)
E o mais legal é o fato de isso ser tão facilmente assimilado por crianças...
Crianças que nunca ouviram falar de Ingmar Bergman.
Me orgulho disso. Gostaria que mais pessoas fizessem o que ele fez.. Porque, pensa comigo... Quem poderia imaginar que uma revistinha simples, inocente, para crianças e adolescentes poderia conter algo tão valioso como uma citação filosófica de um drama sueco de 1956, feita de um jeito que todos pudessem compreender, sem precisar saber de onde veio? Isso é GENIAL!!!

Ainda em Turma da Mônica Jovem, outra citação feita pelo Tio Sousa, não foi tão filosófica, mas eu já descobri assim que vi a capa:
Quando vi a capa do mangá especial, a primeira coisa que me veio à mente foi "Reino dos Gatos", um longametragem japonês de Hiroyuki Morita, produzido pelo Estúdio Ghibli (famoso por dar vida a animes como Meu Amigo TotoroA Viagem de Chihiro, Nausicaä, entre outros). A história de uma menina que salva a vida de um gato. Em retribuição, a menina é convidada pelo Príncipe dos Gatos a ir ao Reino dos Gatos. É transformada em uma Gatinha e sua mão é prometida ao príncipe. A história do Tio Sousa é um pouco diferente, mas segue a mesma temática...
Mas o engraçado é que chegou em uma cena (que eu, infelizmente, não consegui achar uma imagem) em que a Magali precisa cruzar um LABIRINTO (oi, lembram que quem vos escreve é uma estudante de cinema???), e adivinhem QUAL foi a primeira coisa que me passou pela cabeça??
Acertou quem disse "Labirinto - A Magia do Tempo", filme de Jim Henson, o Mestre dos Bonecos e George Lucas, O Mestre Jedi.
(Esse post tá ficando meio grande, né? Perdão... fica difícil parar quando eu falo de alguma coisa da qual eu entenda...)
Não está bem em uma ordem, mas é o meu "segundo" filme preferido. Aliás, eu sou apaixonada por tudo o que vem de George Lucas e Jin Henson... E nem sabia disso...
(Sou TÃO apaixonada por esse filme, que estou escrevendo a continuação... que, INFELIZMENTE, está muito parecida com a continuação escrita pelo próprio Jin Henson e publicada em Mangá - Ô, ironia... Mas o meu trabalho está ficando realmente bom... só que eu sou suspeita.)
Mas voltando à Magali...
Ela entrou no labirinto, e prontamente me lembrei do meu filme de infância...
E então ela resolve desenhar SETAS nas paredes usando um BATOM, assim como a Sarah, protagonista do filme da minha vida faz quando se embrenha no labirinto para chegar ao castelo que fica no centro da Cidade dos Duendes, no centro do labirinto.
E alguém avacalha a idéia da Magali, mudando as setas de lugar, assim como acontece no filme, e eu penso Mas Tio Sousa... Tu é muito esperto... Esse filme é VELHO! Quase ninguém vai reparar nessa sua xupinhação...
Sinto-me tão orgulhosa de ser estudante de cinema!!! (Ai que saudades da minha faculdade...)
Ok, pessoinhas...
Está tarde.
Se eu pudesse, ficaria aqui HORAS, DIAS, SEMANAS falando sobre o meu conhecimento sobre filmes e as menções feitas em várias obras que eu conheço (e que não são poucas). Mesmo porque, esse post foi muito digno da Teia de Anansi, e não tenham dúvidas de que falarei mais sobre o Reino dos Gatos e sobre o Labirinto... Minha vida está nesses Anéis de filme... (piada de dubladora...)

Então se cuidem, pessoinhas!!!
Boa leitura, assistam a muitas coisas boas... Hei! Assistam ao Sétimo Selo! Vale a pena!
=*******

sábado, 12 de novembro de 2011

A Invenção de Hugo Cabret


Um grande amigo meu (e vocalista da “minha” banda) David Ernando, (leiam o blog dele, crianças^^ tem excelentes informações que me fazem morrer de inveja!) sabendo que eu não sou feliz sem uma boa leitura, emprestou-me um livro (enorme, diga-se de passagem...), esse mesmo do título. A leitura é fácil, rápida, gostosa e simplesmente fascinante!!!!!
Eu não consigo parar de ler (tanto que cheguei à página 80 em menos de uma hora...).
Há ilustrações fabulosas, maravilhosamente dignas! Totalmente fodásticas, como ele diz.
Agora estou atrás desse livro, pois o quero para mim. Ou como diz minha irmã Adriana: Eu preciso disso em minha vida!

Então... David, em meio a uma conversa sobre esse livro, eu dizendo o quanto estou adorando e que quero comprar, comento com ele que há outro livro dele que eu quero, e ele disse (que também quer, além dos outros 4 que o autor escreveu) que Hugo veio para o Brasil, pois será feito um filme dele.
SIM!!!! ESTE LIVRO MARAVILHOSO SALTARÁ AOS OLHOS DOS CINÉFILOS E DEVORADORES DE LIVROS EM NOSSAS TELAS 3D!
Muitos motivos para comemorar!
Vejam que muito digno o trailer desse filme.

Ou para quem, como eu, prefere filmes dublados



(Aliás, Omelete... passou da hora de você divulgar esse trailer, heim?)
Não é COMPLETAMENTE DIGNO??????
Bem... Agora imaginem, pessoinhas pensantes, quem serão as três primeiras pessoas da fila (disputando o primeiro lugar a tapas) na primeira sessão da pré-estréia deste filme?????
Pois bem...
Não há muito que se falar... apenas... Apenas leiam o livro, deliciem-se com as doces palavras do escritor, e assistam ao filme.

Cuidem-se!

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Ok...

Eu sou cantora... atriz, dubladora, como vocês bem podem ver na descrição do meu perfil aqui ao lado...
Consigo fazer voz de crianças, imitar a Daniela Piquet, a Fernanda Bullara, Fátima Noya, consigo até fazer uma voz gutural ou masculina quando estou bem inspirada... Daí aparece ESTA CRIATURA
e faz com que eu me sinta uma inútil, incompetente, e o mais baixo e desprezível ser insignificante da face da Terra...
Certo, eu já tinha visto este vídeo, me impressionado (e me deprimido ao mesmo tempo), mas, tudo bem... só fiquei com vontade de assistir novamente.
Quando eu me deparo com o seguinte vídeo deste ser:
E então eu penso: “Eu te amo, Nick Pitera... Quero ser como você quando eu crescer!!!!!”
MAS PELAMORDEDEUS, NÉ???????
Não é justo tanto talento numa pessoa só. E eu, como fico com os meus dez anos de teatro, sei-lá-quantos anos de canto, e... 4 anos de estúdio?
EU QUERO OS MEUS DIREITOS!!!!!!!
Triste... Senta e chora, Dona Sílvia... Ou largamão desse negócio de auto-piedade porque não cola mais. Cria vergonha na cara e volta pro teatro. (pena que eu criei vergonha na cara, mas não consegui passar, como disse no dia 19 de Outubro
Ok... Certo, certo...
Mas não contente com isso, então eu continuo fuçando e fuçando... quando eu vejo...
ISSO

Tipo assim...
MAS NÃO ME IRRITA, NÉ, NICK PITERA?????????
ESSE CARA SIMPLESMENTE NÃO É HUMANO!!!!!!
Oow, cara... Preciso melhorar MUITO pra alcançar esse cara...
E olha, QUE MUITO FOFINHO ele contracenando com ele mesmo!!! Não é simplesmente MUITO DIGNO?????????
Nick, quero ser como você quando eu crescer!
Fazer o que, sou fã do cara agora... Sigo esse cara onde for! (o que me lembra... ainda não estou seguindo ele no Twitter... daremos um jeito nisso )
Mas ainda falando de música, estou tentando colocar aqui uma Jukebox, coisa que eu acho muito digna *-* quero escolher músicas retrô, TOTAMENTE do Fundo do Baú, ou outras simplesmente que eu ache bonita ^^ O que acham????
Penso até em colocar uma enquête sobre o tipo de música ^^
Ou não, sei lá...
Ok, pessoinhas... agora eu vou me deitar. Amanhã é dia de labuta.
Divirtam-se com o Tio Nick Pitera, Oks??
Se cuidem, então ^^

domingo, 23 de outubro de 2011

Maratona de Star Wars... Episódio 1

Ah, sim. Meu FDS foi PERFEITAMENTE PERFEITO!
Primeiro que fui ao cinema assistir ao meu PRIMEIRO FILME EM 3D *____*
Dignamente, inaugurei com Os Três Mosqueteiros (que, na minha sincera opinião, deixou MUITO a desejar), o que enxeria meu pai de orgulho, pois fui apresentada a essa história por ele!
Fui, depois de ANOS, passar um tempo sozinha com a minha irmã Adriana *-* Foi fantástico!
Compramos um milhão de tranqueiras para comer, beber e matar a vontade enquanto assistíamos ao filme!
Agora entendo por que as cadeiras são de plástico x.x
A Adriana pediu para que eu abrisse a garrafa dela de guaraná... e eu abri... e tomei um banho de refrigerante x.x foi lindo... O pior é que eu ia para a casa de um amigo meu, depois... não ia para casa. Bom, ficaria cheirando doce até voltar para casa no dia seguinte, então...
Eu gostaria de saber quem foi o INFELIZ que projetou aqueles óculos 3D... x.x São incômodos, não se ajeitam bem no rosto de quem usa óculos e ficam escorregando.
Durante um tempão fiquei segurando eles... Durante o outro tempão eu troquei. Coloquei os MEUS óculos por cima dos óculos do cinema...
Antes de irmos assistir ao filme, eu estava nas Lojas Americanas esperando a minha irmã... Eu já estava com 6 DVDs na mão para comprar quando ela chegou. Foi aquela comoção linda! E saímos em busca das porcarias que comeríamos ao longo das duas horas seguintes.
Foi tão divertido...
O filme foi uma MEGA-SUPER-PRODUÇÃO-CHEIA-DE-EFEITOS-ESPECIAIS, mas faltou uma coisa, sabe, um detalhezinho DE NAAAADA... quaaase sem importância: a história!
Assim... Não vou ficar fazendo resenhas de filmes, ou criticando isso ou aquilo, porque estou com muito sono para isso, e estou com um pouco de pressa...
Mas no geral, o filme era BONITO! (visualmente falando, claro)...
Agora... Pega essa fofurice!!!

Não é lindo??? *-* Eu quero pra mim!!!!!
Oks! Esse é o tema agora...
Depois do fillme, encontramo-nos com o David (vocalista da minha banda) e o irmãozinho dele. Enrolamos um pouco, procuramos isso e aquilo, conversamos e o pai da Adriana nos deu carona para a casa do Vitor (baixista da banda) e do irmão dele, Vinícius (guitarrista), pois toda a banda e mais outros grandes amigos nossos passaríamos a noite lá para uma Maratona de Star Wars. Fiz minha pipoca perfeita (e eles se apaixonaram) com a promessa de arrumar toda a cozinha, deixando-a como a encontrei, assim que tudo acabasse, conheci pessoas que eu só conhecia pelo fórum, e acabou que assistimos APENAS ao episódio 1... foi legal, juro! Adorei!
Mas é que, infelizmente, metade da galera teve de ir embora logo, pois hoje faria o ENEM... eles precisavam descansar e se entupir de chocolate.
Tiramos VÁRIAS fotos, uma mais divertida que a outra, mas eu esqueci a minha câmera na casa do Vitor... droga... Bom, paciência. Pego depois.
Sílvia Promete, Sílvia Cumpre... Fui arrumar a cozinha lá pelas 3 da manhã (o que demorou um pouco, apesar das poucas coisas sujas dentro da pia, pois eu estava cansadona). Depois de tudo limpo, voltei para a sala e continuamos conversando... Assistimos a um filme de terror (desses que foram descaradamente copiados de algum filme japonês REALMENTE BOM!)... Não dormimos. Quando deu 6 horas, a avó e os pais do Vitor acordaram e começaram a se movimentar pela casa... Eu arrumei minhas coisas, assistimos um pouco de TV para esperar ficar um pouco mais claro para podermos sair... Lá pelas 7 nós fomos embora. Cheguei em casa às 8h. Deitei na minha cama e liguei a TV, só para ela fazer barulho enquanto eu tentava dormir... Assisti a um episódio de Tal Mãe, Tal Filha e capotei. Fui dormir, então, lá pelas 9h... Acordei às 12h30 podre e morrendo de fome.
O resto do dia foi tranqüilo... almocei, estudei italiano, e fiquei aqui, escrevendo...
Mas já está tarde (e já escrevi o texto que publicarei amanhã...) e estou cansada e amanhã eu tenho aula...
Então é isso, pessoinhas. Não estou raciocinando direito agora...
Se cuidem...
Depois, com o cérebro mais denso do que líquido, eu falo mais sobre o meu FDS!

Ah, sim... Uma coisa muito importante...
Hoje completa um mês que o meu pai foi embora...
Eu devia ter feito um post para ele, mas, sinto muito, Papai... eu não estava com a cabeça muito boa hoje... sinto muito...
Mas prometo escrever alguma coisa decente quando estiver mais desperta.

sábado, 22 de outubro de 2011

Agora tou ficando importante...

Eu ia postar anteontem, mas, como eu disse anteriormente, não tenho tempo nem para VIVER! Quem dirá, para postar no meu lindo Blog tão roxinho. (Sim, eu AMO roxo!)
Mas, nada como ser boa em alguma coisa... Olhem para o canto superior direito do meu blog. Ali, onde tem a minha fotinho e a descrição da minha pessoa... Você leu ali, “escritora, dubladora e estudante de cinema”, certo? Que bom, pois é sobre isso esmo que eu vou falar hoje!
Sou escritora. Já publiquei dois contos e dois poemas, estou escrevendo meu livro “egoísta”, unicamente meu. Um suspense juvenil, atualmente chamado de Instituto Athenas, mas quero acreditar que, depois de já editado, revisado e revisado de novo, continue com o mesmo nome! (Sim, muitas vezes o livro muda de nome na editoração...)
Se algum dia ele virar filme, quero fazer o roteiro!!! (e os figurinos, e os enquadramentos, e o storyboard... e se bobear, até quero atuar XD)
Eu sou dubladora, mas ninguém, como eu disse, ouviu a minha voz ainda, a menos que assista ao canal 06 da Net em dias especiais, nos quais eu gravo a Previsão do Tempo..
E, como eu falei agorinha, eu estudo cinema. Está trancado, mas vou voltar no ano que vem!
Bem...
Eu tenho uma amiga que também é escritora, Fabiana Zambelli Pontes, dona do blog World Fabi Books, com a coluna Figuras da Literatura Brasileira. Ela entrevista vários escritores (e ela conhece muitos), fazendo perguntas relacionadas à literatura e a algum assunto que a pessoa domine. E isso é muito bacana, afinal, significa que a pessoa entende de vários assuntos, e mostra que, muitas vezes, acaba pondo esse conhecimento em prática nos livros que escreve. Comigo não foi diferente...
Há uns dois ou três meses essa minha amiga perguntou se eu gostaria de participar da coluna dela e me pediu para escolher um tema sobre o qual eu poderia abordar. Eu fiquei iluminada e aceitei na hora!
No começo do mês eu dei uma entrevista a ela falando sobre coisas das quais eu entendo muito; Livros, Filmes e Dublagem!
Basicamente, falei de livros que viram filmes e suas dublagens! É isso aí! E dia 18 a entrevista foi publicada. Ela deu uma podadinha no que eu disse, porque, afinal... se me deixar falando (de um assunto que eu conheço), eu não paro mais...
Por favor, dêem uma lidinha no blog da minha grande amiga Fabiana, comentem se quiserem (eu adoraria ter o seu feedback)... Depois me digam o que acharam.
Olha o endereço aí embaixo!




Aaaahh... Uma coisa importante...
Acabei de descobrir que chá de tangerina e mel NÃO É BOM!!!!!! x.x

Se cuidem!

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Hoje eu serei breve...

Fiz um teste para estudar no SENAC e fazer um curso profissionalizante de dublagem... Para fazer o curso, havia doze vagas. Dentre cinqüenta pessoas que se inscreveram, as doze foram escolhidas e as demais ficaram em lista de espera.
Destas 38 pessoas da lista de espera, eu fiquei em PRIMEIRO.
Sim, das cinqüenta pessoas fazendo o teste, fiquei em 13º lugar. Se houvesse alguma desistência, eu seria a primeira a ser chamada...
Uma coisa realmente BOA, afinal, há cinco anos eu não entro em um estúdio e não sei o que é a pressão de um diretor dizendo o que você deve falar, ou de um técnico de som te olhando como se você fosse a escória do universo (só porque é novato). Há cinco anos eu simplesmente parei de falar e passei a escrever, então eu não ouvia direito a minha própria voz... passei a achá-la, sinceramente, estranha...
Então ficar em primeiro lugar de 38 pessoas, mesmo sendo a lista de espera; ter ficado em 13º lugar dos aprovados, é FENOMENAL!!!!! Muita gente ficou orgulhosa de mim por isso, e eu sei que todos torceram para que houvesse pelo menos uma desistência, para que eu pudesse fazer esse curso...
E o resultado sairia hoje...

Bem, passei de sexta, dia que o primeiro resultado foi divulgado, até hoje de manhã morrendo de ansiedade. Meus amigos bem sabem disso. Então, acordei acreditando em meu potencial, que alguém desistiria ou simplesmente não compareceria... e assim eu seria chamada.
Me arrumei, pois minha mãe não poderia me levar, então eu iria de ônibus, saí do banho e liguei para o SENAC...

Não...
Eu não consegui...
Não houve desistência, então eu não seria chamada mesmo.
Doeu? Claro que doeu...
Eu chorei? Sim, lógico, eu não sou de ferro (aliás, chorar é o que eu mais tenho feito desde o comecinho Julho – sem falar que desde o começo do ano o meu coração já estava trincado). Mas acho que de certa forma, foi até bom. Eu estou sobrecarregada agora com o meu curso de italiano, a TV, os livros que estou escrevendo e o pouco tempo que me sobra (não permitindo que eu faça doces novamente) e ano que vem eu pretendo voltar à faculdade. (Certo, o curso de dublagem terminaria no fim do ano, então... acredito que não interferiria em nada... mas mesmo assim...) E estou mesmo com pouco dinheiro. Se eu fizesse esse curso agora, despenderia quase que meu salário inteiro, contando condução, alimentação, mensalidade e hospedaria. Até Dezembro...
Bom... acho que não era a hora.

É isso aí, galera... Vou aproveitar essa folguinha para estudar um pouco mais italiano e dormir... e, agora, guardar um dinheirinho...

Então se cuidem.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Família é uma coisa engraçada...

Ontem eu ia falar sobre dublagem... Um assunto que tenho certa "prática"...
Já tinha planejado o que escrever e estava pesquisando sobre alguns dubladores pelos quais eu sou apaixonada e falar, especificamente, sobre uma dublagem que ainda não aconteceu (e tenho medo de que possa acontecer...)
Mas estava eu, feliz e contente, pensando nas vozes, preparando o meu texto quando uma pessoa muito importante para mim aparece e me manda esse arquivo. Essa montagem com o anime Fushigi Yuugi.
Bem, fiquei desnorteada. *-* Como eu poderia escrever sobre dublagem quando alguém me dá um presente TÃO LINDO como esses?

Família é quem está do seu lado sempre, mesmo não estando do seu lado. Não sei se vocês me entendem... Na minha cabeça faz sentido.
Adriana é a minha amiga...
Minha melhor amiga, para sempre, desde sempre...
Aliás, é mais do que amiga.
Ela é parte da minha Família!
Ela é minha irmã!
Ontem à noite ela pediu a uma amiga para fazer essa montagem para mim.
(e depois me apresentou a essa amiga... E FOI LINDO!!!! *-* Ficamos amigas na hora! Acho digno...)
Eu AMO esse anime. Simplesmente uma história linda, romântica e que cativou a nós duas.
Não sei muito o que falar, tendo em vista que eu estou com sono e ainda preciso estudar...
Mas sei que só tenho a agradecer a ela por estar ao meu lado quando eu preciso (e ultimamente eu realmente estou precisando). Por me animar de todas as formas possíveis. Por muitas vezes pensar em mim antes de pensar nela...
Era assim que outra pessoa devia agir... Você me entende, não é, Família???
NUNCA terei como agradecer tudo o que você faz por mim!
Amo você, Família!!!!!!
Pra sempre!!!!!! *-*

Agora só tenho UMA dúvida...
Eu sou a Yui ou a Myaka? XD